História da Moda a Série

Oi Pessoas!

Agora vamos falar falar de um povo, uma nação forte que se tornou um império e sobreviveu até a invasão Barbara, vamos falar da vestimenta Romana. 
E com eles percebemos a necessidade de se diferenciar de um classe para a outra tornando as vestes mais elaboradas e os penteados também.

A sociedade romana era composta por classes bem definidas:
Patrícios: nobres proprietários de rebanhos,escravos e terras. Eles exerciam altas funções públicas na justiça, no exército, na religião, e na administração;
Cavaleiros: ricos comerciantes, que surgiram com a expansão dos territórios.
Clientes: homens livres.Associavam-se aos patrícios, prestando-lhes muitos serviços pessoais em troca de proteção social e auxílio econômico. 
Plebeus: artesãos, comerciantes, e pequenos proprietários rurais.
Escravos: Representavam uma propriedade, ou seja, seus donos tinham o direito de castigá-los, de vendê-los ou de alugar seus serviços.
As vestes romanas sofreram influência do aglomerado de povos etrusco, suas vestes eram parecidas com as do povo Cretense, que usavam uma túnica básica com outro tipo de túnica por cima, chamada de toga e feita com um semi-círculo de pano. Esta toga, às vezes era retangular e formava uma espécie de capa.

Os homens, por baixo da toga, usavam um saiote simples de linho, que foi substituído durante o Império por uma túnica costurada, equivalente ao Quiton grego. Esta túnica, usada por baixo, era feita com pedaços de pano costurados, e era presa por um cinto e vestida pela cabeça. Seu comprimento era até o joelho, porém poderia chegar até o chão em ocasiões especiais.
Porém a toga era usada essencialmente pelas classes superiores, porque exigia muita habilidade para drapeá-la em volta do corpo, e também impedia atividades mais vigorosas. Soldados do exército e pessoas em geral usavam apenas a túnica de baixo.
Os romanos de sexo masculino vestiam-se com uma túnica e por cima dela usavam outra bastante drapeada, que era a toga.  Quanto mais volume a toga tinha, mais nítido era o pertencimento à classe mais alta da sociedade, e mais prestígio tinha seu usuário.


Havia vários tipos de togas, utilizados conforme a idade e a função social de quem as vestiam. Meninos romanos livres usavam uma toga com uma borla (adorno pendente feito de fios de lã, seda, etc.) roxa até atingirem a puberdade, e depois em uma cerimônia era substituída pela toga viril branca. Os senadores eram conhecidos por suas togas brancas. Uma toga de cor escura era usada em períodos de luto ou em cerimônias religiosas. Por volta de 100 d.C a toga começou a diminuir de tamanho.
As Togas

Toga viril: feita de lã branca, era uma toga lisa muito simples, usada pelos homens romanos assim que atingissem a idade adulta. Já a Pueril era igualmente branca, porém mais curta.

Toga cândida: também conhecida como “toga brilhante”, era uma toga de um branco imaculado. Um giz branco era passado sobre o tecido para deixa-lo brilhando. Esse modelo de toga era usado pelos candidatos a cargos públicos para chamar atenção durante seus discursos.

Toga praetexta: também conhecida como "pretexta", era uma toga branca que apresentava uma borla de cor púrpura. Era usada pelos rapazes que ainda não podiam usar a toga viril, e pelas meninas que ainda não tinham casado, bem como pelos principais magistrados e sacerdotes.

Toga picta: também conhecida como toga "purpurea", era usada pelos triunfadores e mais tarde pelo imperador.

Toga sórdida: a toga sórdida ou pulla, era a toga que os pobres vestiam, e do réu quando se apresentava no tribunal (servindo neste caso a toga para inspirar um sentimento de piedade).

Toga trábea: era uma toga de cor púrpura, ou então apenas decorada com riscas desta cor. Era usada pelos sacerdotes e pelos áugures durante os atos rituais. Os deuses eram também representados usando esta toga.
As mulheres usavam uma túnica longa por baixo, e muitas vezes usavam por cima outra túnica, que era a toga em formato retangular, com mangas, e que formava uma espécie de capa. As romanas também usavam penteados de forma constante, e cada vez se tornavam mais elaborados representando assim o status da mulher. Os coques com mechas eram usados, e também o rosto emoldurado por pequenos cachos, anelados com pinças quentes. O coque famoso era conhecido como tutulus.
As mulheres com cabelos escuros faziam descolorações, já que os cabelos louros eram moda. Era normal o uso de apliques e perucas também.
Os romanos usavam barbas no início, porém começaram a raspá-la no século 2 a.C. Os cabelos eram curtos, mas os romanos mais elegantes anelavam cachos com pinças quentes.

As joias eram adoradas principalmente pelas mulheres, que adoravam se enfeitar com pulseiras, colares, brincos, anéis, tornozeleiras, tiaras em outro para os cabelos, pedras preciosas, etc.


Como podemos perceber, as roupas femininas eram muito parecidas com as roupas masculinas, exceto pelo uso de um corpete macio conhecido como strophium. A túnica feminina era mais comprida do que a masculina, e chegava até os pés. A túnica podia ser feita de linho, lã ou algodão, e as romanas mais ricas usavam túnicas de seda. As mulheres usavam também a stola (parecida com a toga) em público.  

Nos pés, os romanos usavam sandálias simples, presa por tiras e feitas com uma peça de couro não tingida. Essas sandálias eram usadas pela maioria dos cidadãos, exceto pelos escravos. Nos dias de chuva, usavam botas fechadas e coturnos, uma influência gaulesa.  Já dentro de casa usavam chinelos, que podiam ser coloridos e ter até pedras preciosas (como os usados por Nero).


Devido às rígidas tradições, os romanos não aprovavam as calças compridas, nem as curtas, adotadas pelas tribos bárbaras. Porém acabaram sendo aceitas e aprovadas pelos soldados.

Os trajes eram muito normatizados e quem infringisse suas regras era punido.

Até o próximo...kisses!!


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