História da Moda Idade Moderna

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Idade Moderna

Idade que abrangeu os séculos XV á XVIII, e marcou o Ocidente com várias mudanças e acontecimentos.

A Idade Moderna, para nos contextualizarmos, foi marcada por três períodos que alterou  o entendimento do homem sobre ele mesmo e sobre o mundo, são eles: Renascimento, Barroco e Rococó.

Renascimento 

Aqui teve fim a moda Gótica, e se inicia a reciclagem do estilo grego-romano clássico. Teve início na Itália e se difundiu pela Europa durante os séculos XV e XVI, a indumentária sofreu muitas mudanças se torando mais sofisticada.

Cidades italiana começaram a fabricar tecidos de alta qualidade como cetim, veludo, brocado e seda.

Nesse período as vestes masculinas eram mais elaboradas e chamativas do que as femininas, caracterizada pelo uso do Gibão. 

Imagem do Google.

Gibão é uma espécie de colete curto, acolchoado na frente e apertado para realçar o peito, com ou sem mangas. Quando há manga, são presas com cordões que ficam escondidos por um detalhe almofadado.

Jacket (tunica aberta)



Por cima do Gibão usava-se uma túnica aberta (Jacket),com botões na frente, borlas enfeitadas e mangas.
Os calções bufantes tornaram-se curto e sobre os órgãos sexuais usavam um suporte, chamado codpiece, para unir as pernas,sinal da masculinidade e virilidade do portador.

Imagens do Google.

As meias eram coloridas ou listradas de acordo com o clã, podendo se diferenciar de uma perna para outra.
A única peça em comum de homens e mulheres era o Rufo, uma gola alta, em forma de roda, com tecido fino e engomado. Normalmente de renda e na cor branca, estava associado a altos status da sociedade da época.




As vestes femininas eram mais simples e básica. Um traje comum era o uso do vestido Vertugado: vestido justo até a cintura, que ia se abrindo em uma saia pregueada (extremamente armada) em forma de cone até o chão, dando uma forma rija ao tronco e a cintura. Sobre o vestido também usavam uma sobretúnica, com mangas decoradas com fitas, chamado cotehardie.



Próximo ao século XVI, os trajes femininos inovaram, o véu foi abandonado, surgiram os decotes e começaram a ser explorados, o corpete de vestido foi ajustado  passando a ter efeito de espartilho apertado.
 As mulheres usavam penteados bem elaborados. A parte da frente ficava visível, e a parte de trás era escondida com acessórios na cabeça. E durante seu reinado, a rainha Elizabeth lançou a moda dos cabelos tingidos de vermelho.
O traje totalmente preto, chegou da Espanha (devido à tradição cultural e religiosa) em meados do século XVI, tanto para homens, quanto para mulheres, mesmo acostumados com as roupas muito coloridas.

Uma moda que veio da Alemanha, o Landsknecht, foi uma moda muito expandida neste período. O Landsknecht era um efeito de talhadas nos tecidos, que produzir cortes na camada de cima e deixava aparecer a parte de baixo. Tanto homens, quanto mulheres usavam.
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Landsknecht
Com o tempo o modelo Vertugado deixou de ser usado por todos e abriu lugar ao Farthingale. Um tipo de vestido que possuia mais volume nas laterais dos quadris e sustentados por armações de arames, barbatanas de baleia ou madeira.
O Rufo também mudou, e se transformou na gola Médici. Continuava na cor branca e/ou com renda, e se transformava em uma espécie de resplendor contornando a parte de trás da cabeça. O que mudou era que agora tinha uma abertura frontal na roda, que permitia o uso dos decotes.
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Vestido Farthingale, Gola Médici
Podemos perceber que nesta fase da moda os trajes femininos começaram a se relacionar com a sedução, pois as mulheres começaram a usar corpetes e decotes. 

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